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Buscando obter consistência de qualidade na produção de cafés, o Grupo Grossi adotou a estratégia da verticalização das atividades de produção, e hoje possui o domínio integral do controle de qualidade e rastreabilidade dos cafés produzidos.



As lavouras do Grupo Grossi estão plantadas em altitudes que variam de 900 a 1.140 metros, localizadas na Região do Cerrado Mineiro, região de terroir singular, que produz um dos melhores cafés do Brasil através de estações climáticas bem definidas, maturação uniforme e abundância de luz solar durante a época da colheita para gerar uma xícara balanceada, com equilíbrio perfeito entre corpo e acidez.

Todas as propriedades estão a no máximo 70 quilômetros do município de Patrocínio, que é um grande e ativo centro comercial da cafeicultura, considerado o maior município produtor de café arábica do Brasil.



Nos diversos campos experimentais desenvolvidos pelo Grupo Grossi escolheu-se as variedades de café que melhor se adaptam a cada propriedade. Uma das propriedades, a Chácara Modelo (Campo Experimental), em parceria técnica com o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o IAC (Instituto Agronômico de Campinas), é dedicada exclusivamente a pesquisa e desenvolvimento com ênfase em programas de reprodução vegetal que buscam as melhores variedades de café adaptadas ao Cerrado e que agradem ao paladar exigente dos consumidores.

Seguindo a seleção das melhores variedades é feito o cultivo de mudas nas próprias fazendas, onde as com melhor desenvolvimento são selecionadas e plantadas.



A Região do Cerrado Mineiro apresenta altitude e condições climáticas perfeitas para o cultivo de café. Contudo possui solos distróficos; sendo assim, no cultivo de cafés são utilizadas modernas tecnologias para correções e melhorias da fertilidade do solo. A fertilidade do solo é corrigida através da aplicação de fertilizantes provenientes de rochas calcárias, magnesianas e fosfáticas, usando também compostos orgânicos elaborados na própria fazenda com resíduos de café.



Os tratos culturais são cuidadosamente planejados com a ajuda de profissionais altamente capacitados, que formam uma equipe de colaboradores experientes e profissionalizados.

O manejo de pragas e doenças é feito de forma integrada (MIP). Colaboradores treinados efetuam, de forma constante e programada, levantamentos de incidências de pragas e doenças. Essa forma de trabalho favorece a aplicação de produtos defensivos somente nas áreas afetadas, diminuindo, com isso, o impacto ambiental. Ressalta-se que no preparo das pulverizações e na manipulação de defensivos agrícolas há uma atenção toda especial quanto à segurança do trabalhador e do meio ambiente.

O controle das ervas daninhas é feito de maneira ecologicamente sustentável, objetivando a melhoria das condições físicas e químicas do solo e o aproveitamento do trabalho de insetos predadores de outros insetos que infestam as lavouras, trazendo, com isso, a redução do uso de defensivos químicos.



A irrigação é um item indispensável em algumas fazendas do Grupo Grossi. O seu uso é feito de forma a reduzir o consumo de água, aproveitando a necessidade do estresse do cafezal, irrigando-o somente nos momentos indispensáveis à quebra desse estresse, o que garantirá uma florada mais uniforme e uma colheita homogênea.

70% das áreas plantadas com café utilizam irrigação.



As colheitas nas fazendas do Grupo Grossi possuem maior potencial de qualidade, pois acontecem quando há 90% de grãos maduros. As colheitas são 70% mecanizadas.



A colheita é feita, em sua maioria, de forma mecanizada, utilizando colheitadeiras e recolhedores de café, trabalhando em tempo integral, para cumprir a meta em menor prazo.

Ao serem colhidas, as cerejas de café são imediatamente processadas nas 10 unidades de lavagem e despolpamento do Grupo.

Todo o café colhido é processado, lavado, descascado e esparramado no pátio no mesmo dia, para evitar riscos de perda de qualidade.

Os cafés naturais e cerejas descascados são processados de maneira ecológica, em instalações que consomem pouca ou nenhuma água e que reciclam todos os seus resíduos sólidos e líquidos.



Primeiramente o café sofre uma pré-secagem em pátios onde o calor solar reduz a umidade do grão para depois concluir sua seca nos secadores mecânicos, que garantem uniformidade na seca. Os cafés permanecem nos secadores até atingirem 11% de umidade.

A seca, finalizada nos secadores, é realizada em três estágios para garantir a uniformidade dos aspectos dos grãos, não passando de 40°C para café cereja descascado e 45°C para cafés naturais, fazendo com que se preservem as qualidades dos grãos.

A secagem ao sol e em secadores mecânicos é utilizada para ressaltar os atributos de sabor dos cafés e garantir sua qualidade em todas as condições climáticas. São 30 hectares de terreiros e 52 secadores mecânicos em que a umidade é constantemente monitorada.



É importante que o café, depois de seco, permaneça armazenado em tulhas de madeira por no mínimo trinta dias para o seu descanso, dando ao café uma melhor homogeneidade de seca, destacando melhores sabores na bebida. Temos capacidade para armazenar cerca de 30.000 sacos de café em pergaminho.



A última etapa do processo de preparo do café é o beneficiamento, que é feito nas próprias fazendas em 10 linhas de benefício seco.



Os cafés Alto Cafezal são cuidadosamente selecionados e armazenados no Alto Paranaíba Armazéns Gerais Ltda., armazéns equipados com maquinário de última geração e com capacidade para armazenar 400.000 sacas de café, alem de processar 4.000 sacas por dia.



O controle de qualidade das bebidas é realizado com experientes classificadores e provadores de café, que selecionam os melhores cafés de acordo com as especificações dos clientes.

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